
A Junta de Castilla-La Mancha convocou o ‘Consejo Regional de Caza’ com o intuito de introduzir diversas modificações normativas na gestão das caças. Segundo o Partido Animalista PACMA, estas novas medidas são consideradas aberrantes no que se refere ao sofrimento envolvido na morte dos animais.
Um dos pontos principais em questão é a proposta do Ministério da Agricultura, que visa introduzir o conceito de “Trampero”, que passa pela colocação de instrumentos de caça como laços, cepos e outros semelhantes. Estas armadilhas são colocadas com o objectivo de caçar cães selvagens, raposas, entre outros, mas são uma ameaça bem real para praticamente qualquer animal que as atravesse, não estando o Lince Ibérico fora de perigo.
A colocação deste tipo de artifícios de caça poderá vir a ser denominado do tipo “alar” que supõe a colocação de laços com disposições específicas em determinados trilhos, de maneira que todos os animais que entrem na área, se vejam obrigados a passar por pelo menos um deles.
Esta forma de caça é proíbida em inúmeras regiões de Espanha, derivado da sua extrema crueldade – as vítimas de laços, por exemplo, chegam a tentar arrancar as próprias extremidades de modo a conseguirem escapar, perdendo grandes quantidades de sangue e com o elevado risco de contrairem uma infecção grave. Nem sempre um animal consegue escapar, e a morte lenta é quase sempre uma constante neste tipo de caça.
Fonte: PACMA

1 comment
Henri
July 27, 2012 at 2:30 am (UTC 1) Link to this comment
vergonhoso..e eu que achava que as coisas aqui no Brasil estavam ruins.. espero que os defensores de animis da espanha lutem e não permitam tamanha barbaridade, força pessoal!!!